Criptoativos e Metaverso Facebook: Qual é a relação?

Com o anúncio do Metaverso como novo investimento do Facebook acontece um impacto no mercado de criptoativos que também incluem as criptomoedas.

Foi só o Facebook anunciar o projeto Metaverso que em poucos momentos aconteceu uma valorização disparada nos preços dos principais criptoativos, o que inclui inclusive o Bitcoin, a moeda digital mais valiosa do que qualquer outra, inclusive na comparação com dólar, real ou outros papéis moedas.

Isso é uma prova real de que o Metaverso do Facebook, que consiste no universo virtual com compartilhamento em nível superior, tem total relação com as criptomoedas, principalmente por causa das características cibernéticas das plataformas blockchain.

De fato, conforme os criptoativos valorizam e as redes sociais se atualizam é possível ver que as mudanças tecnológicas que impactam o mundo financeiro. As criptomoedas estão cada vez mais fortes, enquanto as moedas tradicionais se tornam incertas, contaminadas por inflação e burocracia estatal.

Valorização de criptoativos por causa do Metaverso

Decentraland é um dos principais exemplos de valorização por causa do Metaverso. Desde o anúncio do Facebook o criptoativo valorizou mia de 70%, alcançando assim o patamar de quase 1.37 dólar.

The Sandbox subiu 22%. Enjin Coin ganhou 8%. AXS e FLOW subiram 16% e 10%, respectivamente.

Afinal o que é esse tal de Metaverso?

Muitas pessoas pensam que o tema Metaverso apenas apareceu no mundo depois que o dono do Facebook juntou a grande parte da imprensa mundial especialista em tecnologia para anunciar as mudanças no nome da rede social.

Porém, a pessoa responsável por cunhar esse tema é o romancista Neal Stephenson, que em 1992 lançou um romance no qual exista o famoso Metaverso, ou seja, uma espécie de universo cibernético, no qual os usuários interagem como avatares digitais.

Existem outras manifestações artísticas que revelam como é esse tal de Metaverso do Facebook. Por exemplo, filme “Jogador nº 1” é um filme mais recente que explora muito bem esse tema, com usuários que usam esse tipo de sistema com realidade virtual aumentada em forma de dispositivos.

Atualmente, com um simples computador conectado na internet, você pode acessar plataformas que têm conceito de Metaverso. Um exemplo é a Decentraland.

É como um espaço online compartilhado. É como se a pessoa entrasse em uma Matrix, um mundo paralelo que tem relação com a realidade. Essas interações podem acontecer no trabalho, para jogos ou qualquer outro tipo de interação social.

Isso significa que os usuários devem emergir em um novo nível de profundidade com realidade virtual? Por enquanto não. Essas mudanças devem acontecer apenas entre os funcionários do Facebook, de modo a otimizar o compartilhamento em tempo real para acelerar os processos produtivos da administração dessa rede social.

Porém, o dono do Facebook enxerga que essa realidade será o futuro das redes sociais. E por esse motivo, dentro de poucos anos, os próprios usuários do Facebook podem ter a oportunidade de acionarem os avatares para entrar em um novo nível de imersão social em realidade social.

Não obstante, o Facebook já anuncia a compra de diversos projetos de fornecedores de realidade virtual. Isso é um claro sinal de que a empresa aposta nessa tendência para permanecer como líder do mercado nas próximas décadas.

O futuro dos criptoativos com o Metaverso

No contexto dos criptoativos, o Metaverso cai como uma luva, perfeitamente. Isso porque esse sistema permite uma perfeita governança de dados digitais. Isso pode incluir lotes de terreno, roupas, veículos e outros elementos presentes no game, cada vez mais parecido com a vida real.

É quase certo que em tempos futuros, os usuários devem conseguir migrar um variado número de objetos digitais em diferentes plataformas no gigante espaço existente do Metaverso, que provavelmente vai ser a área que mais ocupa os data centers de cloud computing no futuro próximo.

Isso quer dizer que um usuário pode comprar um acessório com tokens de uma plataforma e emigrar para outra, numa fração de segundos.

Por que o Facebook investe no Metaverso?

Talvez seja uma questão de marketing, a forma que o Facebook encontra para não se tornar obsoleto, numa época em que explodem escândalos sobre as redes sociais tradicionais e que as pessoas migram para outras mídias alternativas, como, por exemplo, o Tiktok.

Praticamente, essa reformulação para o Metaverso significa um realinhamento do mindset de companhia, que embarca de vez para o mundo da realidade virtual, seja nos processos internos por agora ou em serviços externos, no futuro.

Ainda em setembro de 2021, o Facebook anuncia o investimento além dos 50 milhões de dólares em parcerias para impulsionar as soluções de realidade virtual e aumentada.

Metaverso deve suportar criptoativos NFTs (tokens não fungíveis)

Conforme do diretor de produtos de Metaverso, Vishal Shah, como parte integrante das reformulações por Metaverso vai existir o total suporte para NFTs. O executivo já confirmou que junto com sua equipe explora diversas possibilidades para aumentar a confiança nos modelos e direitos da governança.

Uma vez que o Metaverso do Facebook realmente assegure as operações NFTs vai ser mais simples venderem as edições limitadas de bens digitais, principalmente por causa dos contratos inteligentes que transformam em produtos digitais os ativos físicos.

Além de receber os ativos digitais, os usuários podem comerciar com outros produtos com total segurança, impulsionando de modo prático a criptoeconomia.

Investimento no Metaverso

Metaverso, um mundo virtual 3D para negociar criptoativos e interagir para os mais diferentes objetivos. O próprio Facebook almeja incluir um papel próprio para representar obras de arte e outros objetos de valor.

Inicialmente, a Facebook deve investir U$S 150 milhões na finalidade de impulsionar o Metaverso na base de usuários. Mas, em poucos anos, o aporte total para essa iniciativa deve ser de bilhões de dólares.

Contudo, o futuro é incerto. A própria definição de bens digitais como parte da experiência dos usuários soa como estranha.

David Marcus, diretor do Facebook, confia que a oferta do papel deve ter uma parte com a cripto NOVI, mas nada ainda está confirmado.

Por fim e não menos importante, o Facebook indica a mudança do seu nome para META, com a finalidade de adequar o termo às novas visões da cultura organizacional e das visões do futuro da empresa.

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