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Flores da Primavera

Com a chegada da primavera, algumas plantas ganham tanto destaque que se tornam ícones da estação. Vamos conhecer um pouco mais de algumas delas:
Ipê-amarelo


No início da primavera, sua floração é um espetáculo à parte. Totalmente despida de folhas e totalmente coberta por flores de um amarelo intenso, é certamente a árvore de maior destaque nas matas (onde hoje é rara) e nas nossas cidades.
Sua madeira, de grande durabilidade e resistência, é utilizada em áreas externas e possui alto valor comercial. Além da madeira, a entrecasca tem propriedades terapêuticas e é usada para tratamento de garganta.
Ipê-amarelo é o nome popular que designa diferentes espécies de ipê, todas com floração amarela. Nativas do Brasil, as diferentes espécies ocorrem em diferentes estados do país com suas características particulares; não há região onde não ocorra pelo menos uma espécie.
Nomes botânicos: Tabebuia alba, Tabebuia chrysotricha, Tabebuia serratifolia, entre outras espécies do mesmo gênero (tabebuia = madeira que flutua).
Família: Bignoniaceae.
Clima: tropical/subtropical.
Porte: depende da espécie, de 4m a até 30m de altura.
Luminosidade: pleno sol.

 

Primavera


Como o próprio nome popular sugere, a planta, nativa do Brasil, é especialmente vistosa na primavera. Suas “flores” são na verdade folhas modificadas, em cores diversas, como rosa, fúcsia, vermelho, alaranjado, roxo e branco. A flor verdadeira é discreta e clara.
Planta rústica, exige poucos cuidados e é bastante resistente, inclusive a mudanças de temperatura. Comumente empregada como trepadeira, a primavera também pode ser conduzida como arbusto ou arvoreta. Possui espinhos.
Seu nome científico é uma homenagem ao francês que levou nossa bela planta para a Europa, de onde se espalhou para o mundo e se tornou popular.
Nomes botânicos: Bougainvillea spectabilis, Bougainvillea glabra.
Família: Nyctaginaceae.
Clima: tropical/subtropical.
Porte: pode atingir até 10m de comprimento.
Luminosidade: pleno sol.

Pata-de-vaca


Esta planta é muito conhecida por suas propriedades medicinais, advindas da casca, flores, folhas, lenho e raízes. Com indicações diversas, como afecções renais, diabetes, prisão de ventre, elefantíase e até mordidas de cobra, seu nome popular vem do formato de sua folha, que lembra o casco de uma vaca.
A maioria das espécies conhecidas popularmente como bauínia ou pata-de-vaca é originária da Ásia; há, no entanto, espécies brasileiras. Muito ornamental devido a sua bela e vistosa floração, que pode ser branca, rosa ou lilás, é largamente utilizada em arborizações urbanas.
Nomes botânicos: entre outras do gênero, destaque para Bauhinia forticata (por ser medicinal e nativa). Outras também são bastante utilizadas em paisagismo: Bauhinia longifolia, B. blaqueana, B. monandra, B. bongardi, B. variegata.
Família: Leguminosae, subfamília Caesalpinioideae
Clima: tropical/subtropical.
Porte: em geral, em torno de 8 a 10m. Há espécies menores, a partir de 4m, e outras maiores, que chegam a atingir 15m de altura.
Luminosidade: pleno sol.

 

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